27 de junho de 2011

Releitura Plymouth Barracuda 2012

Mais uma releitura para a galera que gosta de design e de carros, desta vez é um Plymouth Barracuda, ou "Cuda", como preferir. 

Veja um pouco da história do carro e a releitura abaixo.

O Barracuda foi um coupé esportivo de porte médio da Plymouth, antiga divisão da Chrysler. O Plymouth Barracuda também teve seus dias de glória com potentes V8, lançado pouco antes do Mustang.Primeiro de abril de 1964 pode ter parecido mais um dia da mentira para os diretores da Ford, mas era verdade: a duas semanas do estrondoso lançamento do Mustang, a concorrente Chrysler anunciava aquele que efetivamente inaugurava o segmento dos pony-cars: o Plymouth Barracuda.
O projeto do carro com nome de peixe era igual à do cavalo da Ford: cupê de 2+2 lugares, simples e acessível. Entretanto, ao contrário do belo Mustang, o "Cuda" como ficou conhecido, era uma adaptação para fastback do conhecido Valiant de duas portas. Por isso era vendido como Valiant Barracuda.

Releitura

Desenho da dianteira segue o mesmo visual do modelo da década de 70, porém com mais modernidade, baseado no Dodge Challenger, com quem dividiu a plataforma e quase todos os aspectos visuais.

Lanternas traseiras quadradas e placa inserida entre as mesmas, a maior diferença do irmão Dodge.

Espero que gostem e comentem!

17 de junho de 2011

Clássico do mês (Junho): Dodge Dart S/E


Ainda que você não seja afeito a esoterismos, há de concordar que a menção de duas consoantes é capaz de alterar a pressão arterial de um grupo de quarentões e cinquentões. Basta um R seguido de um T para que a mente deles seja banhada por grandes e vistosos carros de cor alaranjada acompanhados do sonoro borbulhar de seus V8... Um sorriso cúmplice entre os presentes não deixará dúvida quanto ao significado do R/T, Charger R/T, esportivo dos mais desejados, potentes e caros do Brasil, um ícone dos anos 60 e 70.

Embora o Charger tenha ficado na memória como o Dodge mais esportivo, não foi o único. Em 1972 surgiu uma opção mais simples e voltada ao público jovem que buscava desempenho sem se importar com detalhes de acabamento. Era o Dart Special Edition, ou SE, como fi cou conhecido. Custava 4 000 cruzeiros (10 050 reais hoje) menos que um Dart cupê, e quase 19 000 cruzeiros (47 740 reais) mais barato que o R/T.

O SE contrariava a prática da época de versões simplificadas aparentarem pobreza se comparadas às superiores. Grade, capô e a parte da traseira entre as lanternas eram pintados de preto fosco, que contrastava com as cores vivas disponíveis. Só os para-choques eram cromados. Rodas prateadas sem calota e faixa adesiva nas laterais salientavam sua esportividade. O volante era do tipo competição e os bancos, revestidos por tecido xadrez. Os dianteiros eram mais anatômicos e tinham encosto mais alto. O câmbio vinha no assoalho. Em vez de um “pé de boi”, o dono levava um cupê ao estilo dos muscle cars americanos.

Entras as perdas, não havia esguicho no limpador nem desembaçador e faziam falta o retorno automático dos piscas e as luzes de cortesia. Já o V8 era o mesmo dos demais Dart, com seus impressionantes 198 cv e 41,5 mkgf. “Toda essa força aparece nas arrancadas e nas subidas, que para o carro parecem planos”.

Após melhorias no acabamento em 1973, o SE ganhou freios dianteiros a disco na linha 1974. Capô e traseira não eram mais negros, as faixas laterais fi caram duplas e mais curtas e o estofamento combinava com a pintura. Porém, após 4 107 unidades, o SE foi cancelado em 1975. Após quase quatro décadas, o SE, assim como o irmão rico, o Charger R/T, continua provocando emoções.

13 de junho de 2011

Renovada de corpo e alma - Chevrolet Brasil 3100

História:  

A Chevrolet 3100, mais conhecida como Chevrolet Brasil ou "patriota" (apelido que criei para ela, já que leva o nome do país), foi a primeira picape GM produzida no Brasil. Seu lançamento ocorreu em 1958 e foi substituída em 1964 pala linha C-14.
O nome Chevrolet Brasil se deve aos logotipos do modelo, que traziam um mapa do brasil em seu interior, e ao fato de ser um modelo exclusivo para mercado brasileiro.
A picape inicialmente utilizava um motor importado de seis cilindros das picapes GM americanas, mas ainda em 1958, passaria a utilizar um motor 4300cc, também de 6 cilindros em linha, fabricado em São José dos Campos, São Paulo.
Então como seria a "patriota" nos dias atuais. O modelo foi completamente remodelado, com plataforma maior e com mais características de picapes de trabalho pesado, mantive uma característica principal do carro, o formato dos seus paralamas, com cor diferente à da carroceria.
Carroceria maior e mais encorpada, esta é a projeção da Chevy Brasil.

Paralamas com formato arredondado, como na Chevrolet Brasil de 1962, a nomenclatura HD faz referência ao trabalho pesado.

Esta releitura foi feita a pedido de um leitor do blog, faça como ele, mande sua sujestão de projeto que farei com muito prazer!

Espero que gostem e comentem!

7 de junho de 2011

Projeção Infiniti G 19

A Infiniti é uma marca da divisão de carros de luxo e espotivos  da Nissan produzidos no Japão, com design moderno e de linhas modernas e suaves. Um carro que foi vendido no Brasil com plataforma Nissan foi o Infiniti G35, baseado no Nissan 350Z, que também foi comercializado no país. Pensando nisso, projetei como seria o Nissan Sentra em sua versão de luxo, batizei de G19, sendo um modelo menor que o G 25 e G37.

Veja o resultado abaixo:
A frente com pequenas alterações, como a grade dianteira padrão Infiniti, faróis mais largos e grade inferior modificada, lembrando o G35.


Traseira com lanternas avermelhadas, como os Infiniti japoneses e porta malas mais alongado, dando mais elegância ao carro.

Espero que gostem  e comentem!

Sujestões de projeto, envie pelo formulário de contato do blog ou por e-mail.

30 de maio de 2011

Por este você não esperava -- Fiat Tempra

Apresento mais uma das minhas releituras a vocês "espectadores" do blog, o Fiat Tempra, um carro que foi fabricado no Brasil entre 1992 e 1999, com suas linhas retilíneas, traseira curta e bastante elevada; essas eram as principais características do Tempra. Teve concorrentes à sua altura, como VW Santana e Chevrolet Monza.
Na releitura o Tempra foi completamente renovado, foi mantida apenas a traseira alta, veja abaixo como o carro seria nos dias de hoje:
Frente ao estilo Fiat Bravo, linhas retilíneas dando lugar às curvilíneas e jeitão discreto, tipico de sedan de luxo nacional.
Traseira curta e elevada, uma das principais características do modelo de 1992 a 1999.

Espero que gostem e comentem!

Mande sua sugestão de projeto por e-mail, pelo formulário de contado do blog ou por comentários neste post.

27 de maio de 2011

Omega + Camaro = Mamaro

O que estou postando aquí no blog não é algo rotineiro aquí no mesmo, como as projeções, os VTs e as releituras, é uma modificação, uma mistura entre dois carros. A pedido de um leitor do blog, fiz esta modificação usando a base do Omega e componentes do Camaro, dando o nome de Mamaro.

Faróis e grade são do Camaro, acompanhando as linhas do Omega.

Traseira segue o mesmo princípio da dianteira.

Espero que gostem!

23 de maio de 2011

A valente GM -- Chevrolet D-20

A pedido de um leitor do blog, fiz esta fantástica releitura da picape que marcou a história automobilistica, brasileira, a D-20. Que foi produzida pela GM de 1985 a 1997, composta por versões pick-up cabine simples e cabine dupla, com caçamba longa ou curta.

Um pouco da sua história:
Em 1985 são lançadas as pickups e em 1989, os utilitários. O grande destaque da nova série era o moderno desenho, típico dos veículos da década de 80, com linhas retas e cantos arredondados, faróis quadrados do Opala, grade frontal moldada em plástico, assim como a ponteira dos para-choques dianteiros. As dimensões da carroceria aumentaram em 100mm na altura e na largura, em relação a Série 10. Comprimento, entre-eixos e as bitolas dianteiras e traseiras foram mantidas, pois o chassi era o mesmo da versão anterior.
Em todos os modelos, eram empregados a mesma mecânica simples, resultando na fama de robustez desses veículos. Seu chassi era composto por duas vigas de aço estampado em formato de "U", unidas por travessas.
A suspensão dianteira era independente, com o uso de bandejas superiores e inferiores, molas helicoidais e amortecedores telescópicos de dupla ação. Na traseira, era utilizado um clássico sistema com eixo diferencial rígido, feixes de molas e amortecedores hidráulicos de dupla ação.
O sistema de freios era composto por dois circuitos hidráulicos, com discos na dianteira, e tambores na traseira. O sistema possuia uma válvula proporcionadora traseira, destinada a equalizar a pressão exercida sobre os tambores traseiros de acordo com a carga do veículo. Em 1995, as pickups ganharam um sistema RWAL (Rear Wheel Anti-Lock) para aumentar a eficácia dos freios traseiros. Para fins de marketing, esse sistema foi denominado ABS-T.
O fim da Série 20 marca o encerramento da acirrada disputa entre a Ford e a Chevrolet pelo mercado brasileiro de utilitários. Pouco tempo depois do final de sua produção, a Ford também substituiria a F-1000, outro ícone dessa época, pela moderna F-250.
O nome D20 ainda seria reutilizado pela Chevrolet na Silverado, numa tentativa de alavancar as vendas desse modelo.

Então vamos ao que interessa, como seria a D-20 nos dias de hoje?
A frente teria um visual moderno, seguindo os padrões da GM, e seria mantido a sua grande carroceria, transmitindo a sua robustez.
Traseira com visual super moderno, pra ninguém botar defeito, rs rs!

Faça como o leitor, envie sua sugestão pelo formulário de contato do blog, que farei com imenso prazer.

Espero que gostem e comentem!

19 de maio de 2011

Clássico do mês (Maio): Ford Escort XR3


Na onda dos sem capota

Por algum mistério que ainda está para ser desvendado, os conversíveis nunca emplacaram por aqui. Nem o clima tropical e os 8000 quilômetros de litoral com 2045 praias fizeram os sem-capota caírem no gosto do brasileiro. Desde o início dos anos 70, quando a Karmann Ghia encerrou a produção do seu conversível (hoje objeto de culto entre colecionadores), não houve por aqui um modelo aberto original de fábrica. Alguns fora-de-série até tentavam suprir essa carência, como o Puma, o Miura, o MP Lafer e o Santa Matilde. Isso até que a Ford resolveu lançar o Escort XR3 conversível, no ano de 1985.
No rastro do sucesso do XR3 cupê, o pessoal da fábrica lançou mão do projeto alemão do conversível e o replicou aqui. O carro estabelecia um padrão de qualidade até então desconhecido entre os nacionais: foram trocadas 350 peças em relação ao XR3 original. Coube à própria Karmann Ghia montar o monobloco que, depois de passar pelo processo anticorrosão e pintura na Ford, voltava para o acabamento.  Por dentro, um forro esconde as ferragens do mecanismo de recolhimento e proporciona bom isolamento acústico.
Essas modificações mandavam o peso e o preço do carro às alturas: enquanto a versão fechada do XR3 custava em torno de 41 milhões de cruzeiros, a exclusividade de ter o céu como limite pedia o desembolso de mais de 72 milhões, valor suficiente para comprar três Uno S e ainda levar um bom troco. Os reforços estruturais deram ao conversível 64 quilos a mais que o XR3 cupê, num total de 1 tonelada.
O motor 1.6 a álcool contribui para refrear maiores estrepolias, mas ao volante a percepção de desempenho é maior que a realidade. Em seu primeiro teste, o modelo fez de 0 a 100 km/h em 13,95 segundos. Um fator que contribui decisivamente para essa impressão é o pequeno volante, de reações rápidas. O XR3 não tem direção hidráulica, deixando mais nítida a percepção de contato direto com as rodas dianteiras. Há uma boa diferença de arrasto aerodinâmico e, portanto, de desempenho com capota aberta e fechada.
 A linha Escort 1987 passou pela primeira reestilização e o XR3, por sua vez, ganhou novas rodas de liga leve, nova frente e pára-choques envolventes. Em 1989, o XR3 ganha como presente de casamento entre a Ford e a Volkswagen um motor 1.8, o famoso AP 1800. 
Sua carreira termina em 1995, quando o conversível, já com motor 2.0 e injeção eletrônica, deixou de ser produzido junto com o XR3 fechado, substituído pela versão Racer, mais despojada.
Nesses tempos em que a falta de segurança urbana faz com que a blindagem chegue até às picapes pequenas, a resistência aos conversíveis é até compreensível. Uma pena, pois pegar uma estrada em dia de sol ou numa noite estrelada a bordo de um desses é uma das melhores coisas que se pode fazer sobre quatro rodas.

16 de maio de 2011

Projeção Chrysler Luna 2012

Como a Fiat adquiriu parte das ações da Chrysler, agora o mercado americano terá uma categoria de automóvel, que até então não existia e não se ouvia falar, a categoria dos carros compactos, pois os americanos curtem muito as picapes gigantes, utilitários de alto luxo e carros esportivos. Um dos compactos que serão vendidos por lá é o Fiat 500, que fez muito sucesso na Itália e foi bem aceito pelo público no Brasil. Também do grupo Fiat, a Lancia pretende lançar seus carros nos EUA, como Chrysler.
Pensando nisso, fiz esta projeção de como poderia ser um compacto Chrysler com plataforma italiana, o nome Luna escolhí justamente por este carro ser um pouco feminino.
A frente segue os padrões da Chrysler, mas os faróis tem desenho diferenciado.






Traseira com visual mais clássico e recatado, lembrando o Chrysler PT Cruiser.

Espero que gostem e comentem!

Faça sua sujestão de projeto, envie-a pelo formulário de contato do blog que farei com o maior prazer.