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22 de fevereiro de 2012

Um remake do Puma GTS

Achei aqui nos meus arquivos depois de tanto tempo procurando, agora posto aqui no blog a releitura deste grande carro de mecanica simples e visual atraente, conquistou muitos fãs e até os dias de hoje ele é lembrado, até eu tenho vontade de ter um... rs rs.

Puma GTS 1973.
• 1973 – É lançado o modelo Puma GTS, Utilizando a mesma plataforma do GTE e Spyder, modelo ao qual veio substituir. O GTS é uma reestilização de seu antecessor;
• 1977 – O modelo sofre uma reestilização e troca da plataforma, a traseira passa a ser mais alta e a plataforma passa a ser do VW Brasília, acompanhando que o GTE. Este é o modelo de maior sucesso dos Puma GTS;
• 1981 – É substituido pelo GTC.



Remake do modelo para os dias de hoje
Visualmente as caracteristicas do Puma original seriam preservadas, mas com um toque de modernidade ao carro, a mecânica provavelmente seria a mesma do Volkswagen Golf (que compartilha a mecânica com o Lobini H1), e teria como concorrente o Lobini H1 e o San Vito, ambos esportivos brasileiros.

Espero que gostem e comentem!

11 de março de 2011

Desenho do Leitor: Puma GTE 1980

Estou postando para vocês um desenho feito pelo leitor Tiago Weirich, um Puma GTE 1980 (que foi o clássico do mês de Fevereiro no blog), que afinal ficou belíssimo. É uma verdadeira obra de arte.

Vejam





















Faça como o Tiago, envie seu desenho, sua projeção, render ou tuning virtual
Se tiver blog, envie o endereço, que será divulgado aquí no blog junto ao desenho.



8 de fevereiro de 2011

Clássico do Mês (Fevereiro): Puma GTE


























A mecânica simples e o desenho atraente tornaram o Puma GT sonho de consumo e laboratório de preparação.

O anúncio do fim da DKW-Vemag, em 1967, após a marca ter sido absorvida pela VW, transformou a alma do primeiro Puma num fantasma. A mecânica do esportivo estava com os dias contados. Entre GT Malzoni e Puma DKW, cerca de 170 exemplares foram fabricados. A necessidade de criar uma nova base para o esportivo deu origem a um carro completamente novo. A solução encontrada estava no chassi do Karmann Ghia, encurtado em 25 centímetros.
O motor boxer 1500 refrigerado a ar ganhava um carburador extra e escapamento esportivo. A fórmula rendia 60 cv e 150 km/h de máxima. "A Puma estreou a carburação dupla de fábrica no Brasil, antes até da Volks", diz Felipe Nicoliello, presidente do Puma Clube. O novo desenho mantinha-se fi el à escola italiana, mas, enquanto o Puma DKW se assemelhavam às Ferrari, o novo tinha clara influência do Lamborghini Miura.
Em 1976, a primeira grande mudança. A Puma passa a utilizar o chassi da Brasília e troca os tambores dianteiros por discos de freios. Visualmente, as lanternas traseiras da C10 dão lugar às do TL e da Variant. Surgiram também kits Puma com diferentes comandos de válvulas e relações de marchas, conjuntos de pistão e cilindro que iam de 1 600 a 2 100 cm3, entre outros itens. Segundo Nicoliello, estima-se que se conseguia extrair de 80 a 90 cv dos motores.
Outros nomes marcaram a vida do Puma VW. Em 1981, o GTI e o GTC substituíram, respectivamente, o GTE e o GTS. Os pára-choques passaram a ser envolventes, mas o desempenho deixava os esportivos atrás de carros de série mais baratos. Outra revisão de estilo viria um ano mais tarde, com o P018. Com linhas mais retas e próximas do Puma GTB (seu irmão maior com mecânica de Opala), o modelo ainda usava motor VW a ar, mas com suspensão McPherson de Variant II no eixo traseiro.
Após o fim da produção, em 1985, os Puma voltaram a ser fabricados pela Alfa Metais em 1988 - depois de uma tentativa da Araucária S.A. -, em Curitiba, com o nome AM-1 e AM-2 (conversível). O motor AP- 1600 refrigerado a água foi a maior diferença do AM-3 de 1989. Também havia um chassi tubular e bancos Recaro. Cupê e conversível, batizado de AM-4, usaram ainda o motor AP-1800. Pouco depois, em 1994, com a grande oferta importados, o Puma saía definitivamente de linha para entrar na história.