9 de abril de 2011

Lançamento: Toyota Corolla 2012

Se você é homem e comprometido, provavelmente já enfrentou a ira de sua namorada (ou esposa) por não ter reparado no cabelo novo dela. O episódio é corriqueiro nos relacionamentos, e de certa forma ilustra, metaforicamente, as mudanças realizadas pela Toyota no Corolla 2012.

À primeira vista, não é fácil perceber onde estão as novidades. É preciso um olhar mais atento para identificar as mudanças realizadas pela Toyota. Além da nova grade frontal - parecida com a do Camry - e do para-choque redesenhado, o sedã ganhou lanternas renovadas, que exibem mostradores circulares envolvidos em uma seção translúcida.


As novidades mais significativas estão longe dos olhos. A transmissão manual de seis marchas é o presente para as versões mais baratas, enquanto que a motorização 1.8 16V ganhou a tecnologia Dual VVT-i, que nada mais é do que o sistema de duplo comando de abertura variável das válvulas, nas fases de admissão e escape.
Por conta de algumas alterações mecânicas (que incluem, por exemplo, a adoção de balancins roletados, pistões com refrigeração por jatos de óleo e novas velas), a potência do propulsor aumentou para 144 cv com etanol e 139 cv com gasolina - ante 136 cv e 132 cv do antigo motor. O torque também subiu: de 17,5 mkgf para 18,6 mkgf com etanol e de 17,3 mkgf para 18,0 mkgf com gasolina.

A gama de versões oferecidas pela Toyota é a mesma. A configuração de entrada é a XLi, que vem equipada com ar-condicionado, direção com assistência elétrica, travamento automático das portas a 20 km/h, vidros dianteiros com acionamento elétrico, computador de bordo, retrovisores com regulagem elétrica, rodas de aço com calotas e airbag duplo.

A versão GLi adiciona vidros elétricos nas portas traseiras, computador de bordo com seis funções, freios com sistema anti-travamento (ABS), chave com comandos para fechamento dos vidros e abertura do porta-malas e painel com iluminação diferenciada (chamada pela Toyota de Optitron).

O Corolla XEi, que é oferecido somente com motor 2.0 Flex e transmissão automática, agrega airbags laterais, sensor crepuscular (que acende os faróis automaticamente em ambientes pouco iluminados), sistema de som com entrada auxiliar e Bluetooth, piloto automático, luzes de seta nos espelhos retrovisores e bancos revestidos em couro.

A opção mais requintada é a Altis, recheada com banco do motorista com ajuste elétrico, revestimento diferenciado com apliques de madeira e tons escuros, sensor de chuva, câmera de ré com imagem reproduzida no retrovisor interno, lanternas com LEDs e faróis de xênon. A linha Corolla 2012 começa a ser vendida a partir do dia 29 de março.

Veja os preços de todas as versões do Corolla 2012. A pintura metálica adiciona 930 reais ao valor final:
Toyota Corolla XLi 1.8 16V (manual): R$ 63.570
Toyota Corolla XLi 1.8 16V (automático): R$ 67.570
Toyota Corolla GLi 1.8 16V (manual): R$ 67.070
Toyota Corolla GLi 1.8 16V (automático): R$ 70.570
Toyota Corolla XEi 2.0 16V (automático): R$ 76.770
Toyota Corolla Altis 2.0 16V (automático): R$ 86.570

Fonte: Revista quatro Rodas
Imagens: Google

8 de abril de 2011

Clássico do mês (Abril): Gol GTI

Um esportivo brasileiro que virou sonho de consumo principalmente dos jovens no final da década de 80, fez muito sucesso pelo seu visual esportivo e exclusivo, o primeiro nacional a ter motor com injeção eletrônica, que foi um sistema inovador para a época e até os dias de hoje é utilizado em nossos carros. Mesmo saindo de linha em 2000, ele é lembrado por muitos dos seus fãs (também sou um, rs!). Ele é o Gol GTi, o cássico do mês.






















A família Gol sempre foi pródiga. A partir do hatch surgiram o sedã Voyage, a perua Parati e a picape Saveiro. Mas o Gol que fazia bater forte os corações nos anos 1980 era o GT, versão esportiva lançada em 1984, com motor 1.8 de 99 cv, refrigerado a água, do então recém-lançado Santana. Quando ganhou pára-choques envolventes e lanternas maiores, em 1987, ano em que o Gol assumiu a liderança de mercado que mantém até hoje, o esportivo passou a se chamar GTS.  
Mas foi no Salão do Automóvel de 1988 que o Gol alcançaria a maturidade esportiva. Mesmo sem tirar o GTS de linha, o Gol GTi, primeiro nacional equipado com injeção eletrônica – a Bosch LE-Jetronic –, roubou a cena.
Dois processadores controlavam a distribuição do combustível nos cilindros, conforme as condições do ambiente e o modo de dirigir do motorista, e o momento certo para a vela produzir a centelha. Dos 99 cv e 14,9 mkgf do GTS, o Gol passou a produzir 120 cv e 18,35 mkgf com o motor AP-2000 do GTi, o mesmo do Santana, mas já sem carburador. O motor respondia pronta e suavemente, conforme se engatavam as marchas e se acelerava. “Ao toque do pé no acelerador, torque e potência surgem imediatamente, na medida que a gente quer. O carro anda, anda e o motor parece não esquentar.” O GTi também demonstrava o apetite moderado da injeção. Marcou 13,33 km/l na estrada e 8,5 km/l na cidade.
Na primeira fornada, para 1989, só saíram 2 000 unidades. Por fora, o visual reforçava a exclusividade com capricho. Pintado de Azul Mônaco, um tom escuro e metálico, ele tinha pára-choques e bordas laterais prata e a parte superior das lanternas em fumê. Se as rodas “pingo d’água” eram compartilhadas com o GTS, só no GTi os apoios para cabeça eram vazados. Com 174 km/h de máxima e aceleração de 0 a 100 km/h em 10,37 segundos, ele já chegou de cara à liderança no ranking de desempenho dos nacionais.
Na linha 1991, os faróis mais largos e as rodas do carro-conceito Orbit renovaram o GTS e o GTi. Mesmo depois da chegada do Kadett GSI e do Escort XR3 com o mesmo AP-2000i da VW sob o capô, a mecânica do GTi ainda era alvo de elogios nos comparativos.
Com a chegada do redesenhado Gol “Bolinha” para 1995, o GTS foi aposentado. O GTI ganhou injeção multipoint digital, que melhorou o consumo, e computador de bordo, mas no visual perdeu muito da personalidade marcante da primeira geração. Ainda em 1995, o GTi conseguiu reforçar sua esportividade com 16 válvulas e chegou a 203,2 km/h. O motor ficou grande demais para o cofre do Gol e o capô recebeu um ressalto oval. Foi o Gol mais nervoso que tivemos até hoje. Mas os tempos haviam mudado.
Com as importações liberadas, o mercado foi invadido por esportivos mais atraentes ao longo dos anos 90. A injeção eletrônica foi ficando trivial e o Gol GTI saiu de cena em setembro de 2000. A própria VW preferiu deixar a esportividade a cargo do Golf GTI. Porém, nem o sucesso comercial nem os números do GTI 16V conseguiram até hoje apagar o impacto da inovação do primeiro GTi e o status da exclusividade que ele representou em seu tempo.


Fonte: Revista Quatro rodas
Imagens: Google

Espero que gostem e comentem!

6 de abril de 2011

Projeção Kia Sephia 2012

A Kia, como vocês sabem, é uma marca coreana que está fazendo muito sucesso no Brasil com seus carros cara vez mais bonitos e com design interessante. Um carro que fez parte da gama da Kia no Brasil foi o Sephia, produzido entre 1993 e 2004. 
Pensando nisso projetei uma versão para 2012, um sedan compacto e de design marcante, ao estilo da Kia.
 A dianteira segue o padrão de design da Kia, inspirada no Picanto e no Rio.



Traseira com desenho semelhante ao do "irmão", Hyundai Elantra.

Dê seu voto e deixe seu comentário!

1 de abril de 2011

Projeção Citroen Xsara VTS e Break

Como havia prometido, posto agora para vocês leitores, as projeções do Xsara VTS (esportivo), e Break (perua).

VTS
No Xsara VTS mantive as características esportivas como rodas maiores e com desenho diferente, e mudei a dianteira, deixando o carro com um visual bem robusto.

Break
No Xsara Break, um visual mais clássico, seguindo os padrões do Xsara Hatch.

. Em breve postarei a projeção do Xsara Picasso

Espero que gostem e comentem!

25 de março de 2011

Projeção Citroen Xsara 2012

O Xsara foi um carro que foi produzido pela Citroen no Brasil entre 1997 e 2004.
Quando foi lançado o Xsara tinha uma versão de 3 portas e uma de 5 portas só posteriormente foi lançada a versão Break. Em 1999 foi lançada a minivan da família a Xsara Picasso (Que anda é vendido no país), que na pratica era um novo carro, em que dividiam componentes , tinham o mesmo nome e o mesmo volante.
Aquando do restyling em 2000, o Xsara para além dos pormenores estéticos recebeu significativos melhoramentos ao nível da segurança.
Em 2004 o Xsara deixou de ser produzido dando lugar à nova aposta da marca o Citroën C4. Daí resolví fazer uma projeção de como seria o carro daquí a 2 anos, com carroceria maior, design moderno e mais luxouso.
Vejam:

A frente segue o padrão atual dos carros da Citroen, com estilo e ousadia.

A traseira deixei  mais parecida possível com a do modelo de 1997 a 2004.

. Em breve postarei a versão VTS 2 portas e a Break (perua).

Espero que gostem e comentem!


22 de março de 2011

Tuning Virtual Kia Optima


Estou postando hoje para vocês leitores, mais um tuning virtual que fiz para o concurso da Quatro Rodas. O desafio do mês de Janeiro era de criar um Show Car para eventos, mas o meu Optima infelizmente não saiu na galeria do site da QR, e ainda fiz outra versão.

Versão 1:


Versão 2 (A que enviei para o desafio da QR):
Deixe seu comentário, qual dos dois está mais bonito?

15 de março de 2011

Projeção Mercedes ML 2012


Boas novas galera, posto hoje pra vocês a projeção do Mercedes ML 2012, fiz poucas mudanças em relação ao modelo atual, pequenas modificações que deixaram o carro mais agressivo do que ele já é, rs rs rs!

Vejam!






















Dianteira com grade modificada, novos faróis e novo desenho do parachoque.

Traseira




















Traseira com visual mais esportivo, com lanternas maiores e novo vidro lateral.

Espero que gostem e comentem!


11 de março de 2011

Desenho do Leitor: Puma GTE 1980

Estou postando para vocês um desenho feito pelo leitor Tiago Weirich, um Puma GTE 1980 (que foi o clássico do mês de Fevereiro no blog), que afinal ficou belíssimo. É uma verdadeira obra de arte.

Vejam





















Faça como o Tiago, envie seu desenho, sua projeção, render ou tuning virtual
Se tiver blog, envie o endereço, que será divulgado aquí no blog junto ao desenho.



9 de março de 2011

Projeção Chrysler 159 2012

Posto hoje para vocês leitores, uma projeção do Chrysler 159, baseado no Alfa Romeo 159, já que a Fiat adquiriu parte da Chrysler. Esse projeto é de um carro bem complexo, peças Chrysler e carroceria italiana alongada, com um visual bem diferenciado.

Confiram:













A frente segue os padrões da Chrysler, com caracteristica esportiva.


Traseira com estilo clássico e design arrojado.

Digam o que acharam!

Clássico do mês (Março) Chevette GP II


 1977- O Chevette GP II
O ano é 1977. Dando continuidade à parceira entre a GM e a organização do Grande Prêmio de Fórmula 1 do Brasil, é lançado o carro oficial daquele ano, denominado Chevette GP II. Dada a simplicidade do GP 76, principalmente no interior, que não justificava o acréscimo do valor da versão esportiva, algumas modificações foram feitas. Além da nova denominação GP II, o modelo oferecia rodas de ferro com desenho mais moderno, com orifícios de ventilação quadrados, e uma falsa calota central, com o símbolo Chevrolet. A tala foi reduzida de 6 para 5,5 polegadas, o que foi compensado com o uso de pneus radias da série 70, os mais modernos na época. Opcionalmente havia a possibilidade de equipar as rodas com os sobre-aros de alumínio. No interior, o modelo apresentava um novo painel, com um elemento retangular bem à frente do motorista, incorporando as duas janelas de ventilação centrais, que no ano anterior ficavam mais distantes. Os bancos passaram a ser forrados com courvin, no mesmo padrão dos forros das portas. O espelho retrovisor externo passou a vir também do lado do passageiro, ao contrário do 76, apenas na porta do motorista. O quadro de instrumentos também mudou e nos dois círculos maiores, foi instalado o velocímetro do lado esquerdo e do lado direito o conta-giros, com grafia de até 7.000 rpm. No centro havia o relógio elétrico. Ao redor dos instrumentos foi colocada uma placa de cor alumínio. Foi criado um console central de plástico, no qual havia quatro instrumentos circulares, no mesmo tamanho do relógio central. Instalado abaixo do rádio, tinha os instrumentos voltados para o motorista, com marcador do nível de combustível, voltímetro, vacuômetro e termômetro de água. A instalação de um vacuômetro num carro com pretensões esportivas gerou comentários da imprensa especializada à época, porque, em tese, quem escolhe um esportivo não se preocupa com consumo. A propósito, esse instrumento equipou uma série de modelos Opala e Chevette da linha 1977 e nesse caso era chamado de “econômetro”. O volante continua do GP II era o mesmo utilizado no GP 76. A motorização também continuou a mesma, mas a novidade é que a versão GP II era equipada normalmente com o motor de 69 cv, que utilizava gasolina comum, e opcionalmente o motor de 72 cv, que utilizava gasolina azul. Nesse último caso, o motor era pintado de vermelho. As unidades que utilizavam gasolina comum e o restante da linha tinham o motor pintado de azul. Opcionalmente eram oferecidos na versão GP II o ventilador com ar quente e o servo-freio, que antes constava da lista de opcionais, mas na verdade não era instalado em nenhuma unidade. No teste realizado por 4 Rodas, constatou-se uma elasticidade maior do motor, com melhoras na retomada de velocidade. No entanto, foi notada uma piora na aceleração, em comparação ao teste comparativo realizado anteriormente. O consumo melhorou a velocidade máxima, na média de quatro passagens, também teve uma melhora. Essas diferenças foram atribuídas ao desenvolvimento de uma produção em série.
1978 – O RETORNO DO GP

Em 1978, adotando as mudanças feitas em toda a linha Chevette, a versão esportiva, que voltava a se chamar apenas GP, teve sua parte dianteira modificada. Novos capô, pára-lamas, painel dianteiro, grade e aros dos faróis. A dianteira, parecida com o Pontiac, tinha uma inclinação para frente, com uma caída vinda do capô até o pára-choque. O painel inferior dianteiro perdeu o pequeno spoiler e houve uma melhora significativa no coeficiente aerodinâmico. Os faróis, no mesmo lugar, passaram a contar com molduras de plástico quadradas. O GP 1978 tinha os faróis embutidos nas grades, agora separadas, e o capô, assim como a parte superior dos pára-lamas dianteiros, eram pintadas de preto. O modelo perdia as faixas laterais e a inscrição GP foi colocada na lateral traseira, na altura da lanterna. Os espelhos, tipo concha, passaram a ser pintados na cor da carroceria e o volante foi alterado. Acolchoado, como no restante da linha, o volante do GP tinha 4 raios e uma falsa almofada no centro, em alto relevo.
 
Na verdade, acho que não existiu CHEVETTE GP 79, ao vivo, de verdade, e explico por que. No suplemento "Escolha seu Carro", que acompanhou a Quatro Rodas de Dez/78, com todos os carros "compráveis" na linha 79, o GP ainda aparece. Na tabela de preços da mesma edição de Dez/78, custava Cr$ 106.654,00, e na de Jan/79, idem. A partir da edição de Fev/79, o nome Chevette GP constava na tabela, mas com um traço (hífen) na coluna do preço. Nas edições seguintes, não voltou mais a constar o preço. No prospecto de venda fornecido nas concessionárias, referente à linha Chevette 79, não aparece o GP. Possivelmente a GM decidiu não mais ofertar o GP a partir da linha 79. 

Digam o que acharam!