31 de agosto de 2011

Mais uma para a família dos aventureiros - Volkswagen Parati Track & Field

Continuando a projeção da Parati G5, agora mostro a vocês a projeção da versão aventureira (pelo menos visualmente) da Parati, a Track & Field, para fazer compania ao Gol Rallye e a Saveiro Cross, juntamente com  SpaceCross e CrossFox. Se caso fosse lançada, seria a principal concorrente da Palio Weekend Adventure, esta com visual bem aventureiro, porém com um certo excesso de plástico. Veja a projeção da Parati abaixo.
Epero que gostem, deixe seu comentário.

30 de agosto de 2011

Classico do mês (Agosto): Ford Corcel GT

Um ano depois do lançamento do compacto Corcel, em 1969, a Ford percebeu a oportunidade de ampliar a família e se aproximar do público que sonhava com mais esportividade. Sonhar é um termo bastante adequado, pois a versão GT muito mais sugeria que propriamente entregava, em termos de desempenho. Carburador Solex de corpo duplo, válvulas maiores, novos coletores de admissão e escape elevavam a potência do quatro-cilindros e 1,3 litro de 68 para 80 cv. Não é nada, não é nada, eram 12 cavalinhos de reforço para aumentar o ânimo da tropa.

O GT diferia dos demais cupês da linha Corcel por ter faixa negra na grade, capô, laterais e traseira, faróis de milha e bancos reclináveis. Vinha com teto de vinil e painel completo. O volante era o do Willys Itamaraty, mas com um aro da buzina imitando madeira e distintivo GT. A cor do estofamento variava com a cor do carro – preto, marrom-claro ou vermelho. Rádio de cinco faixas, ventilador, cintos de segurança e pneus com faixa branca eram opcionais.

Com os 940 kg, o GT pesava até mais que a versão sedã. A suspensão, especialmente em trânsito urbano, mereceu adjetivos como “esplêndida” e “perfeita” de Expedito Marazzi no primeiro teste de QUATRO RODAS com o GT, em agosto de 1969. “Arranca rápido quando abre o sinal, breca fácil, tem direção macia (e firme nas altas velocidades), permitindo manobrar sem dificuldade para estacionar e enfrentar o trânsito.” Freios e nível de ruído também agradaram. Para Marazzi, ou a Ford devia chamar o carro de cupê de luxo personalizado ou devia dar-lhe um motor mais forte. Os números, 138,53 km/h de máxima e 0 a 100 km/h em 18 segundos alcançados no teste, mostravam que ele não estava de má vontade.

Para 1971, o capô do GT ganhou ressalto central com tomada de ar e era todo preto. Os faróis de milha vinham integrados à grade. As faixas laterais ficaram mais curtas e ganharam um ornamento cromado nos para-lamas traseiros, sugerindo uma saída de ar. As lanternas retangulares duplas lembravam as do Mustang. Motor mais potente, só em 1972. Com 1,4 litro e 85 cv, já fazia ultrapassagens em quarta. Em 1973, frente e traseira foram redesenhadas, assim como as faixas negras no capô liso e nas laterais. Os faróis eram mais fundos, as lanternas retangulares e o volante com raios em forma de cálice.

Comparado ao VW Passat TS e ao Chevrolet Chevette GP em agosto de 1976, o Ford ficou em segundo ao acelerar de 0 a 100 km/h em 18,62 segundos e em último na velocidade máxima, 137,9 km/h. O Passat venceu o desafi o com folga. Para 1978, o novo Corcel II GT não trouxe mudanças mecânicas radicais. Ele abriria caminho para o Escort XR3 nos anos 80. Se o Corcel GT só foi esportivo na aparência, ao menos ele foi o mais rápido ao inaugurar o segmento das versões esportivas de compactos nacionais.

25 de agosto de 2011

Projeção Volkswagen Parati 2012

Há rumores de que a Parati G5 chegará ano que vem, mas ainda não foi nada confirmado, Gol e Voyage já estão circulando pelas ruas do Brasil desde 2009. Mas enquanto a nova Parati não chega, projetei esta versão de como seria ela para 2012, confiram.
Com tamanho um pouco reduzido em relação a geração 4, com visual inspirado na irmã maior, a Spacefox.

Traseira com visual e design modernizado, totalmente renovado.

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18 de agosto de 2011

Nosso querido Doginho - Dodge Polara

O Dodge Polara ou Dodginho foi um automóvel fabricado pela Chrysler entre 1973 e 1981. No período, foram fabricadas 92.665 unidades.
No ano de 1971 a Chrysler consolidou a sua linha de produção com o Dodge Dart e planejava entrar no mercado de carros pequenos-médios. A partir do modelo Hillman Avenger GT comercializado na Inglaterra e Estados Unidos, o modelo foi adaptado às condições nacionais. Uma grande mudança foi no motor original de 1500 cc, modificado para funcionar dentro das características da gasolina nacional, com isto, sofreu uma modificação no curso dos pistões e o motor foi transformado em 1800 cc. O modelo foi rebatizado de Dodge 1800 e apresentado no VIII Salão do Automóvel, em novembro de 1972. Mas a maior modificação em relação ao Avenger inglês muito provavelmente tenha sido a eliminação das portas traseiras, para atender à preferência do consumidor brasileiro.

Modelo Original de 1976

 
Então, como seria este carro se ainda fosse produzido em nosso país?, veja logo abaixo:
Este é o modelo projetado por mim, com visual esportivo e totalmente moderno, com inspiração nos modelos americanos como o Dogde Charger, carroceria com o mesmo estilo do modelo anterior.

Seria algo como um Charger na versão cupê.
Espero que gostem, deixe seu comentário.



17 de agosto de 2011

Concurso de Tuning Virtual (Tuning Virtual BR).




Essa é pra galera que curte os VTs e que quer mostrar o seu talento.

O parceiro Tuning Virtual BR™ preparou um concurso de tunings virtuais.

Será utilizada a seguinte base:

FOTO EM TAMANHO PEQUENO, APENAS PARA DEMONSTRAÇÃO.  

Para participar ou mais informações, acessem a página do concurso clicando aqui.


Boa sorte a todos.

13 de agosto de 2011

Tuning Virtual BMW M3

Mais uma pra galera que curte os VTs, uma BMW M3 Frozen, com poucas alterações estéticas, com um espírito de competição.
Esse é o "Car Show" do blog, presente no banner do mesmo, espero que gostem!

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10 de agosto de 2011

Projeção Volkswagen Stadit

Ha alguns dias postei aquí no blog a projeção do Skoda Lavinia, baseado no nosso bom e velho Gol. E agora faço o inverso trazendo a projeção do Volkswagen Stadit, uma projeção do Soka Fabia para o mercado brasileiro. Neste caso, o carro seria vendido como compacto premium, concorrendo diretamente com Chevrolet Ágile, Citroen C3, Peugeot 207, Fiat Punto e outros. Seria equipado com motor 1.6 Total Flex que equipa o Gol Power, e um nível de equipamentos caprichado, como no Ágile, ficaria com um preço em torno de R$ 35.000,00 a R$ 40.000,00. O nome Stadit foi escolhido em virtude do carro ser um modelo urbano (significado de Stadit em português).
Frente com identidade padrão da marca, com algumas diferenças da identidade atual, como os faróis com cantos arredondados e acabamento externo caprichado.
Traseira com visual moderno e esportivo, lembrando o Golf VI.

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5 de agosto de 2011

Projeção Hyundai I30 2012

Lançado em 2009, o Hyundai I30 vem  superando recordes de vendas e  compettindo com seus concorrentes como Fiat Stilo, Ford Focus, Citroen C4, VW Golf e o veterano Chevrolet Astra. Desde quando foi lançado no Brasil, o I30 permaneceu sem alterações visuais ao longo deste período. Sendo assim, projetei esta versão baseada na nova identidade dos sedans da marca, como o Elantra.

 Com a nova cara, o I30 passaria a ter um design mais moderno, porém o carro ficou com um visual mais manso.

 Na traseira não é diferente, com inspiração nos hatches menores da marca.

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1 de agosto de 2011

Ford Fusion Dub Style

Faz algum tempo que não posto VTs aquí no blog, estava muito ocupado com as projeções e na correria do dia a dia. Pra galera que curte o VT aí está um belo Ford Fusion ao autentico estilo Dub.

Este segue fielmente o estilo Dub, rodas grandes e cromadas, suspensão rebaixada e cor vibrante, dando vida ao carro.

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29 de julho de 2011

Clássico do mês (Julho): Volkswagen Brasilia

O fim da Brasilia, no mês de março de 1982, não pegou ninguém de surpresa. As pistas do iminente desaparecimento do maior sucesso de vendas, depois do Fusca, eram claras. Já de algum tempo a fábrica havia cortado o oxigênio da pequena perua, deixando de incluí-la nas campanhas publicitárias da marca. Àquela altura, seu sucessor, o Gol, já havia engrenado uma segunda, depois de uma bela patinada na largada. O motor 1.6, ainda refrigerado a ar, salvou o novo carro de um naufrágio, depois do fiasco patrocinado pelo raquítico 1.3 do lançamento.
Mas a sabedoria soberana do mercado soube homenagear a aposentadoria - para muitos, precoce - da Brasilia com uma surpreendente valorização dos modelos usados. Era a consagração do carro que vendeu 950000 unidades.
Essa conta não inclui exportações para países da África e América do Sul e Filipinas, que fariam o número ultrapassar a casa do milhão. Sem falar na produção mexicana, entre os anos de 1974 e 1981.
A Brasilia começou a nascer no outono de 1970, quando Rudolf Leiding, presidente da VW brasileira, irrompeu no departamento de estilo da fábrica em direção à mesa de Marcio Piancastrelli, chefe de design. Havia tempo que a fábrica, acostumada com a liderança absoluta no mercado brasileiro, não acertava a mão em seus lançamentos mais recentes. Com exceção da perua Variant, o TL, o 1600 quatro portas e o Karmann-Ghia TC não receberam a aclamação popular. Como se isso não bastasse, o pior ainda estava por vir, na forma de um compacto fabricado pela GM. A missão daquele que viria a ser o Chevette, lançado em 1973, era transformar o Fusca em peça de museu.
Com um abacaxi nas mãos e uma idéia na cabeça, Leiding foi objetivo. Pediu a Piancastrelli um carro que fosse pequeno por fora, grande por dentro e tivesse uma grande área envidraçada. E, para não deixar dúvidas, depois de rabiscar a lápis a inconfundível silhueta de um Fusca, delineou com uma caneta vermelha uma outra figura sobre a do Sedan. O desenho tosco mostrava um carro de linhas retas, com um teto que terminava com um corte brusco na traseira "Praticamente um furgão", diz Piancastrelli, hoje com 67 anos.
Em três meses ficou pronto um modelo na escala 1:1. De início, a plataforma cogitada foi a do Fusca, mas foi deixada de lado por ser estreita demais.
A base passou então a ser o chassi do Karmann Ghia. Finalmente, foi adotada uma solução intermediária e o projeto seguiu em ritmo acelerado. O objetivo era aprontar o carro a tempo de dividir as atenções que estariam voltadas para o compacto da GM.
Três anos depois, Leiding, já como chefão da VW mundial, veio ao Brasil para o lançamento da cria. E viu seus pleitos plenamente atendidos. A perua era pequena por fora (com 4 metros, era 17 centímetros menor que o Fusca) e grande por dentro (o espaço interno era um latifúndio se comparado ao do Sedan). E a claridade garantida pelos grandes vidros, somada ao "pé-direito" proporcionado pela capota reta, aumentava a sensação de espaço de quem ia atrás.
O uso de novos materiais no acabamento ajudou a distanciar ainda mais a Brasilia de seu irmão mais velho. O tecido dos bancos, com desenho moderno, e o forro do teto, com pequenos losangos, eram detalhes que enriqueciam o interior. O painel, por outro lado, teve inspiração no antigo Fissore, projetado pela DKW em meados dos anos 60, marca absorvida pela VW em 1966.
O motor, traseiro, era o 1600 refrigerado a ar e desenvolvia 60 cavalos. A dupla carburação só veio no ano seguinte, como opcional, e fornecia rendimento melhor com menor consumo. Somente em 1976 o equipamento se tornou item de série. Com isso, o motor ganhava 5 cavalos a mais em relação ao pioneiro. Ainda assim, a Brasilia não seria uma referência de desempenho e consumo. A perua levava mais de 23 segundos para ir de 0 a 100 km/h, na máxima, ficou nos 129 km/h, Na estrada, a Brasa devorou 1 litro a cada 13,4 quilômetros.