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10 de agosto de 2011

Projeção Volkswagen Stadit

Ha alguns dias postei aquí no blog a projeção do Skoda Lavinia, baseado no nosso bom e velho Gol. E agora faço o inverso trazendo a projeção do Volkswagen Stadit, uma projeção do Soka Fabia para o mercado brasileiro. Neste caso, o carro seria vendido como compacto premium, concorrendo diretamente com Chevrolet Ágile, Citroen C3, Peugeot 207, Fiat Punto e outros. Seria equipado com motor 1.6 Total Flex que equipa o Gol Power, e um nível de equipamentos caprichado, como no Ágile, ficaria com um preço em torno de R$ 35.000,00 a R$ 40.000,00. O nome Stadit foi escolhido em virtude do carro ser um modelo urbano (significado de Stadit em português).
Frente com identidade padrão da marca, com algumas diferenças da identidade atual, como os faróis com cantos arredondados e acabamento externo caprichado.
Traseira com visual moderno e esportivo, lembrando o Golf VI.

Espero que gostem, deixe seu comentário!

29 de julho de 2011

Clássico do mês (Julho): Volkswagen Brasilia

O fim da Brasilia, no mês de março de 1982, não pegou ninguém de surpresa. As pistas do iminente desaparecimento do maior sucesso de vendas, depois do Fusca, eram claras. Já de algum tempo a fábrica havia cortado o oxigênio da pequena perua, deixando de incluí-la nas campanhas publicitárias da marca. Àquela altura, seu sucessor, o Gol, já havia engrenado uma segunda, depois de uma bela patinada na largada. O motor 1.6, ainda refrigerado a ar, salvou o novo carro de um naufrágio, depois do fiasco patrocinado pelo raquítico 1.3 do lançamento.
Mas a sabedoria soberana do mercado soube homenagear a aposentadoria - para muitos, precoce - da Brasilia com uma surpreendente valorização dos modelos usados. Era a consagração do carro que vendeu 950000 unidades.
Essa conta não inclui exportações para países da África e América do Sul e Filipinas, que fariam o número ultrapassar a casa do milhão. Sem falar na produção mexicana, entre os anos de 1974 e 1981.
A Brasilia começou a nascer no outono de 1970, quando Rudolf Leiding, presidente da VW brasileira, irrompeu no departamento de estilo da fábrica em direção à mesa de Marcio Piancastrelli, chefe de design. Havia tempo que a fábrica, acostumada com a liderança absoluta no mercado brasileiro, não acertava a mão em seus lançamentos mais recentes. Com exceção da perua Variant, o TL, o 1600 quatro portas e o Karmann-Ghia TC não receberam a aclamação popular. Como se isso não bastasse, o pior ainda estava por vir, na forma de um compacto fabricado pela GM. A missão daquele que viria a ser o Chevette, lançado em 1973, era transformar o Fusca em peça de museu.
Com um abacaxi nas mãos e uma idéia na cabeça, Leiding foi objetivo. Pediu a Piancastrelli um carro que fosse pequeno por fora, grande por dentro e tivesse uma grande área envidraçada. E, para não deixar dúvidas, depois de rabiscar a lápis a inconfundível silhueta de um Fusca, delineou com uma caneta vermelha uma outra figura sobre a do Sedan. O desenho tosco mostrava um carro de linhas retas, com um teto que terminava com um corte brusco na traseira "Praticamente um furgão", diz Piancastrelli, hoje com 67 anos.
Em três meses ficou pronto um modelo na escala 1:1. De início, a plataforma cogitada foi a do Fusca, mas foi deixada de lado por ser estreita demais.
A base passou então a ser o chassi do Karmann Ghia. Finalmente, foi adotada uma solução intermediária e o projeto seguiu em ritmo acelerado. O objetivo era aprontar o carro a tempo de dividir as atenções que estariam voltadas para o compacto da GM.
Três anos depois, Leiding, já como chefão da VW mundial, veio ao Brasil para o lançamento da cria. E viu seus pleitos plenamente atendidos. A perua era pequena por fora (com 4 metros, era 17 centímetros menor que o Fusca) e grande por dentro (o espaço interno era um latifúndio se comparado ao do Sedan). E a claridade garantida pelos grandes vidros, somada ao "pé-direito" proporcionado pela capota reta, aumentava a sensação de espaço de quem ia atrás.
O uso de novos materiais no acabamento ajudou a distanciar ainda mais a Brasilia de seu irmão mais velho. O tecido dos bancos, com desenho moderno, e o forro do teto, com pequenos losangos, eram detalhes que enriqueciam o interior. O painel, por outro lado, teve inspiração no antigo Fissore, projetado pela DKW em meados dos anos 60, marca absorvida pela VW em 1966.
O motor, traseiro, era o 1600 refrigerado a ar e desenvolvia 60 cavalos. A dupla carburação só veio no ano seguinte, como opcional, e fornecia rendimento melhor com menor consumo. Somente em 1976 o equipamento se tornou item de série. Com isso, o motor ganhava 5 cavalos a mais em relação ao pioneiro. Ainda assim, a Brasilia não seria uma referência de desempenho e consumo. A perua levava mais de 23 segundos para ir de 0 a 100 km/h, na máxima, ficou nos 129 km/h, Na estrada, a Brasa devorou 1 litro a cada 13,4 quilômetros.

13 de abril de 2011

VW lança versão de entrada da Amarok com cabine dupla

Versão pode ter tração 4x2 ou 4x4 e vem com motor de 122 cv.
 A Volkswagen ampliou a linha da picape Amarok e lançou uma versão de entrada do modelo com cabine dupla, que conta com opções de tração 4x2 ou 4x4 e introduz o motor turbodiesel 2.0 de 122 cv de potência.

Agora, a Amarok conta com quatro versões: além das novas de entrada, a picape também é oferecida nas versões Trendline e Highline, esta última, topo-de-linha.

Na versão de entrada com cabine dupla, a Amarok traz de série freios ABS para off-road, bloqueio eletrônico do diferencial, controle de tração, distribuição eletrônica de frenagem, ar-condicionado, direção hidráulica, CD com MP3 e ajuste de altura do banco do motorista. Como opcional, o proprietário pode escolher airbag duplo, alarme, rodas de liga-leve e vidros elétricos.

O propulsor 2.0 TDI de 4 cilindros e 16 válvulas já era oferecido na versão  Highline. Porém, na versão de entrada, ele conta apenas com um turbocompressor, que entrega 122 cv de potência a 3.750 rpm e 34,7 mkgf de torque a 1.750 rpm.

A nova versão de entrada tem preço sugerido de R$ 88.990 com tração 4x2 traseira e R$ 92.990 com tração integral 4x4.

8 de abril de 2011

Clássico do mês (Abril): Gol GTI

Um esportivo brasileiro que virou sonho de consumo principalmente dos jovens no final da década de 80, fez muito sucesso pelo seu visual esportivo e exclusivo, o primeiro nacional a ter motor com injeção eletrônica, que foi um sistema inovador para a época e até os dias de hoje é utilizado em nossos carros. Mesmo saindo de linha em 2000, ele é lembrado por muitos dos seus fãs (também sou um, rs!). Ele é o Gol GTi, o cássico do mês.






















A família Gol sempre foi pródiga. A partir do hatch surgiram o sedã Voyage, a perua Parati e a picape Saveiro. Mas o Gol que fazia bater forte os corações nos anos 1980 era o GT, versão esportiva lançada em 1984, com motor 1.8 de 99 cv, refrigerado a água, do então recém-lançado Santana. Quando ganhou pára-choques envolventes e lanternas maiores, em 1987, ano em que o Gol assumiu a liderança de mercado que mantém até hoje, o esportivo passou a se chamar GTS.  
Mas foi no Salão do Automóvel de 1988 que o Gol alcançaria a maturidade esportiva. Mesmo sem tirar o GTS de linha, o Gol GTi, primeiro nacional equipado com injeção eletrônica – a Bosch LE-Jetronic –, roubou a cena.
Dois processadores controlavam a distribuição do combustível nos cilindros, conforme as condições do ambiente e o modo de dirigir do motorista, e o momento certo para a vela produzir a centelha. Dos 99 cv e 14,9 mkgf do GTS, o Gol passou a produzir 120 cv e 18,35 mkgf com o motor AP-2000 do GTi, o mesmo do Santana, mas já sem carburador. O motor respondia pronta e suavemente, conforme se engatavam as marchas e se acelerava. “Ao toque do pé no acelerador, torque e potência surgem imediatamente, na medida que a gente quer. O carro anda, anda e o motor parece não esquentar.” O GTi também demonstrava o apetite moderado da injeção. Marcou 13,33 km/l na estrada e 8,5 km/l na cidade.
Na primeira fornada, para 1989, só saíram 2 000 unidades. Por fora, o visual reforçava a exclusividade com capricho. Pintado de Azul Mônaco, um tom escuro e metálico, ele tinha pára-choques e bordas laterais prata e a parte superior das lanternas em fumê. Se as rodas “pingo d’água” eram compartilhadas com o GTS, só no GTi os apoios para cabeça eram vazados. Com 174 km/h de máxima e aceleração de 0 a 100 km/h em 10,37 segundos, ele já chegou de cara à liderança no ranking de desempenho dos nacionais.
Na linha 1991, os faróis mais largos e as rodas do carro-conceito Orbit renovaram o GTS e o GTi. Mesmo depois da chegada do Kadett GSI e do Escort XR3 com o mesmo AP-2000i da VW sob o capô, a mecânica do GTi ainda era alvo de elogios nos comparativos.
Com a chegada do redesenhado Gol “Bolinha” para 1995, o GTS foi aposentado. O GTI ganhou injeção multipoint digital, que melhorou o consumo, e computador de bordo, mas no visual perdeu muito da personalidade marcante da primeira geração. Ainda em 1995, o GTi conseguiu reforçar sua esportividade com 16 válvulas e chegou a 203,2 km/h. O motor ficou grande demais para o cofre do Gol e o capô recebeu um ressalto oval. Foi o Gol mais nervoso que tivemos até hoje. Mas os tempos haviam mudado.
Com as importações liberadas, o mercado foi invadido por esportivos mais atraentes ao longo dos anos 90. A injeção eletrônica foi ficando trivial e o Gol GTI saiu de cena em setembro de 2000. A própria VW preferiu deixar a esportividade a cargo do Golf GTI. Porém, nem o sucesso comercial nem os números do GTI 16V conseguiram até hoje apagar o impacto da inovação do primeiro GTi e o status da exclusividade que ele representou em seu tempo.


Fonte: Revista Quatro rodas
Imagens: Google

Espero que gostem e comentem!

7 de fevereiro de 2011

Lançamento: Volkswagen Gol Vintage


A Volkswagen anunciou que está lançando a série especial mais exclusiva da história da marca no Brasil. Trata-se do Gol Vintage, carro conceito desenvolvido no País e que vira em edição limitada de apenas 30 unidades feitas em comemoração aos 30 anos do modelo.

O principal destaque no Vintage é o acabamento. A pintura terá tratamento diferenciado e detalhes no teto e no capô feitos a mão. Externamente, o modelo vai contar ainda com rodas de liga leve de 16 polegadas na cor branca. Os aros dos faróis também serão brancos e o para-choque traseiro terá um adesivo preto sobre a placa de licença
 
Internamente, o modelo terá revestimento de couro. Os bancos terão faixas centrais e detalhes perfurados. O volante terá também detalhes em branco. Debaixo do capô o modelo virá equipado com o mesmo 1,6 usado no restante da linha.

Além disso, quem for um dos 30 compradores do modelo ganhará uma guitarra Tagima desenvolvida exclusivamente para acompanhar o Vintage. Será possível conectar o instrumento direto no sistema de som do carro. Apenas algumas concessionárias no Brasil terão o carro para exibição, que deverá ser comprado por encomenda pelo preço de R$ 52.180.

15 de dezembro de 2010

Projeção do Leitor: Linha Gol G6 by Italo Borges

Trago hoje para vcs a projeçao do Gol G6 e GTI e cabrio feita pelo leitor Ítalo Borges, acessem o  blog  dele:
www.projectionpain.blogspot.com
    Cabrio
    G6
    GTI
    GTI Traseira

 Espero que gostem e comentem!

23 de novembro de 2010

Volkswagen QQS

Trago hoje vcs mais um projeto criado por mim, o vw QQS, um compacto moderno e atraente.


 Espero que gostem!

16 de novembro de 2010

VW Golf ganha versão especial Sportline Limited Edition


O VW Golf ganhou uma série especial chamada Sportline Limited Edition, que será produzida por seis meses.

Baseada na versão Sportline 1.6 Flex, o hatch terá visual diferenciado, como para-choque dianteiro com apliques na cor preto fosco na grade, faróis com máscara negra e contornos cromados nos refletores e moldura cromada nos faróis de neblina. A versão ainda terá novas rodas de liga-leve e a inscrição “Limited Edition” na tampa do porta-malas.

Por dentro, o modelo vai contar com teto solar com acionamento elétrico e acabamento diferenciado, como bancos com formato esportivo revestidos em couro, bem como o volante, a manopla do câmbio e o freio de estacionamento.

Já o painel de instrumentos vai ganhar iluminação por leds brancos, soleiras das portas com apliques em alumínio e inscrição “Golf” e banco traseiro bipartido. O preço sugerido para o Golf Sportline Limited Edition é de R$ 58.585,00.