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19 de maio de 2011

Clássico do mês (Maio): Ford Escort XR3


Na onda dos sem capota

Por algum mistério que ainda está para ser desvendado, os conversíveis nunca emplacaram por aqui. Nem o clima tropical e os 8000 quilômetros de litoral com 2045 praias fizeram os sem-capota caírem no gosto do brasileiro. Desde o início dos anos 70, quando a Karmann Ghia encerrou a produção do seu conversível (hoje objeto de culto entre colecionadores), não houve por aqui um modelo aberto original de fábrica. Alguns fora-de-série até tentavam suprir essa carência, como o Puma, o Miura, o MP Lafer e o Santa Matilde. Isso até que a Ford resolveu lançar o Escort XR3 conversível, no ano de 1985.
No rastro do sucesso do XR3 cupê, o pessoal da fábrica lançou mão do projeto alemão do conversível e o replicou aqui. O carro estabelecia um padrão de qualidade até então desconhecido entre os nacionais: foram trocadas 350 peças em relação ao XR3 original. Coube à própria Karmann Ghia montar o monobloco que, depois de passar pelo processo anticorrosão e pintura na Ford, voltava para o acabamento.  Por dentro, um forro esconde as ferragens do mecanismo de recolhimento e proporciona bom isolamento acústico.
Essas modificações mandavam o peso e o preço do carro às alturas: enquanto a versão fechada do XR3 custava em torno de 41 milhões de cruzeiros, a exclusividade de ter o céu como limite pedia o desembolso de mais de 72 milhões, valor suficiente para comprar três Uno S e ainda levar um bom troco. Os reforços estruturais deram ao conversível 64 quilos a mais que o XR3 cupê, num total de 1 tonelada.
O motor 1.6 a álcool contribui para refrear maiores estrepolias, mas ao volante a percepção de desempenho é maior que a realidade. Em seu primeiro teste, o modelo fez de 0 a 100 km/h em 13,95 segundos. Um fator que contribui decisivamente para essa impressão é o pequeno volante, de reações rápidas. O XR3 não tem direção hidráulica, deixando mais nítida a percepção de contato direto com as rodas dianteiras. Há uma boa diferença de arrasto aerodinâmico e, portanto, de desempenho com capota aberta e fechada.
 A linha Escort 1987 passou pela primeira reestilização e o XR3, por sua vez, ganhou novas rodas de liga leve, nova frente e pára-choques envolventes. Em 1989, o XR3 ganha como presente de casamento entre a Ford e a Volkswagen um motor 1.8, o famoso AP 1800. 
Sua carreira termina em 1995, quando o conversível, já com motor 2.0 e injeção eletrônica, deixou de ser produzido junto com o XR3 fechado, substituído pela versão Racer, mais despojada.
Nesses tempos em que a falta de segurança urbana faz com que a blindagem chegue até às picapes pequenas, a resistência aos conversíveis é até compreensível. Uma pena, pois pegar uma estrada em dia de sol ou numa noite estrelada a bordo de um desses é uma das melhores coisas que se pode fazer sobre quatro rodas.

15 de abril de 2011

Projeção Ford Ranger 2012

A Ranger chegou ao Brasil como modelo importado entre 1995 e 1997, nas versões cabine simples e cabine estendida. Em 1998 foi nacionalizada e, além das versões cabine simples e cabine estendida, passou a ter uma versão cabine dupla de 4 portas. Na versão cabine estendida, além das portas dianteiras, havia duas pequenas portas que só abriam se as portas dianteiras tivessem abertas, e não tinha a coluna B, tendência americana das picapes da época.
A Ranger ainda utiliza a mesma plataforma desde quando foi lançada no Brasil, entretanto, permaneceu sem mudanças significativas. A útima atualização da Ranger aconteceu no segundo semestre de 2009, assim permanecendo até os dias de hoje.
Na Austrália a Ranger mudou completamente a sua carroceria, com um visual mais robusto e com motor Duratorq, de 5 cilindros com 200 cavalos de potência.
Sendo assim, projetei a minha versão de como seria a Ranger 2012 brasileira, com pequenas alterações em relação a Australiana.

Projeção Ranger 2012

A dianteira sofreu poucas alterações, comparada com a Australiana, incluindo novo parachoque, faróis e grade dianteira, com novas rodas e uma pequena mudança na janela traseira, deixando o carro um pouco mais simples em relação ao Australiano.

Traseira
Na traseira, apenas mudanças nos vincos da tampa da caçamba e nas lanternas. Então, assim seria a Ford Ranger brasileira, com visual completamente renovado e revigorado para enfrentar as concorrentes, como a L200 Triton, Hilux, S-10, Frontier e Amarok.

Espero que gostem e comentem!

21 de janeiro de 2011

Tuning Virtual Ford Ká

Mais um tuning virtual que vou postando hoje no blog, dessa vez é um Ford Ká, não fiz muitas alterações no carro, apenas coloquei um jogo de rodas, suspensão rebaixada, vidros escuros e leves retoques na carroceria. Seguindo a tendencia do estilo street.























Espero que gostem e comentem!

17 de dezembro de 2010

Ford Brute

Vou mostrar pra vocês hoje um projeto de uma picape esportiva que fiz há algum tempo, é o Ford Brute.

 
A frente tem um visual que transmite a esportividade, que é ainda mais vista com estas belas rodas, e tem caçamba pra caramba, agrada o público jovem que gosta picapes com caçamba grande, seja para levar as pranchas de surf nos fins de semana ou pra colocar sua motocicleta para pegar uma trilha com os amigos.

    A traseira tem um visual agressivo reforçando a esportividade do carro, o nome Brute foi escolhido  justamente pelo visual do carro e a sua força bruta.
   Se a Ford fabricasse uma picape como essa, seria bem recebida pelos brasileiros.
  
   Espero que gostem e comentem!

20 de novembro de 2010

Ford Fusion híbrido chega por R$ 133.900

Os carros híbridos já fazem parte da frota de automóveis em vários países, mas ainda tem cheiro de novidade no Brasil. O Fusion Hybrid é o primeiro modelo da Ford a contar com esta tecnologia por aqui e o segundo modelo híbrido a ser vendido no mercado nacional. O sedã é equipado com um motor Duratec 2.5 a combustão, que gera 158 cv e um torque de 18,76 mkgf a 2250 rpm, e um propulsor elétrico de 107 cv e torque máximo de 22,94 mkgf.

O modelo é movido apenas pelo motor a eletricidade até a velocidade de 75 km/h e em situações onde o veículo não desenvolve grandes velocidades, como no trânsito das grandes cidades. O motor a combustão opera em velocidades mais altas ou quando a bateria de níquel-metal precisa ser recarregada. O processo de recarga, aliás, é realizado automaticamente, por meio dos freios regenerativos (que recuperam a energia desperdiçada nas frenagens e desacelerações). Esta energia é armazenada em um gerador elétrico, que é integrado à transmissão continuamente variável (CVT) do carro.

Apesar do apelo ecológico, o Fusion Hybrid não dispensa o luxo que se espera de um carro desta categoria. Um dos destaques é o sistema multimídia SYNC, que inclui rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, reprodutor de DVD, entrada auxiliar USB, conexão Bluetooth com comandos de voz e disco rígido com 10GB de memória para armazenamento de músicas.

O painel de instrumentos é composto por duas telas de LCD que podem ser personalizadas de acordo com o gosto do motorista. É possível escolher entre quatro modos de exibição, que mostram informações como nível de combustível, carga da bateria e consumo médio e instantâneo de gasolina. Existe até um modo que informa sobre o modo de dirigir mais econômico.

O carro ainda oferece travamento das portas por senha, tomada de 110 volts, teto solar elétrico, banco do motorista com dez tipos de regulagens elétricas, piloto automático, sistema de alerta da presença de veículos nos pontos cegos, sete airbags, freios com sistema anti-travamento (ABS) e distribuição eletrônica de frenagem (EBD), controle de tração, monitoramento da pressão dos pneus, câmera de ré e sensor de chuva.

A chave configurável MyKey é outra novidade, pois permite que o proprietário configure diversas funções na chave reserva por meio do computador de bordo. É possível controlar a velocidade máxima do veículo, o volume do rádio, o alerta do uso do cinto de segurança e até registrar a quilometragem percorrida. Segundo a Ford, o recurso foi projetado para ser usado quando se empresta o carro para os filhos ou se entrega a chave para o manobrista.

O Fusion Hybrid será vendido em versão única de acabamento por 133.900 reais. A Ford fornecerá garantia total de três anos e garantia de oito anos para a bateria de níquel-metal.


11 de novembro de 2010

Ford Ká RS by Fillipe Souza

Trago uma projeçao do leitor Fillipe Souza, é a do Ford Ka RS. Uma versao esportiva que poderia ser vendida com  um motor 1.6 Turbo com uns 150cv de potencia!

Vejam!