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7 de janeiro de 2012

O Rekord de sucesso no Brasil agora está de volta - Chevrolet Opala

Baseado no Opel Rekord , o Chevrolet Opala desembarcou no Brasil em 1968, ocupando seu espaço entre os sedans de luxo na época. Logo depois, mais precisamente em 1972, surge a sua versão Station Wagon, batizada de Caravan.
O opala fez muito sucesso no país, chegando ao seu fim em 1992 com a versão Diplomata, logo sendo substituido pelo Ômega.

Logo quando o blog foi fundado, em Novembro de 2010, postei uma projeção de como seria o Chevrolet Opala para 2011, agora mostro uma segunda versão, para 2013.

Carroceria com dimensões de um sedan grande, e de linhas retas, caracteristicas principais do Chevrolet Opala, desde 1968 até o fim da sua produção, em 1992. Juntamente com linhas de pouca suavidade, dando um pouco de esportividade ao carro.

Traseira com lanternas redondas, características do Opala de 1975, trazida de volta nesta releitura.

Espero que gostem e comentem!

14 de novembro de 2011

O pai do Impala, agora de cara nova - Chevrolet Bel Air

O Bel Air  foi um automóvel produzido em série de 1953 a 1975 pela Chevrolet, uma divisão da General Motors. De 1950 a 1952, os Chevrolets de luxo eram chamados de Bel Air, porém essa não era uma série distinta de automóveis. O Bel Air continuou em produção no Canadá com o modelo de 1981.
 
Pensando nisso, fiz uma releitura de como poderia ser o Bel Air atualmente, para concorrer na categoria dos sedans de luxo.
Frente com a identidade atual da marca, carroceria composta de linhas retas e rodas com detalhes em preto compõem o carro.

Traseira com lanternas inspiradas no Bel Air modelo 1958, de formato vertical arredondado, além das duas saídas de escapamento e teto de vidro, reforçando o luxo do carro.

Espero que gostem e comentem!!

1 de novembro de 2011

Classico do mês (Outubro): Chevrolet Monza S/R

Ao fim do ano-modelo 1980, o Opala SS teve sua produção encerrada e deixou saudades. Já sem Ford Maverick GT e Dodge Charger R/T, o mercado brasileiro de esportivos de série passou a dispor apenas de modelos médios, como VW Passat TS e Ford Corcel GT, e compactos com esportividade mais no visual que na essência, como o Fiat 147 Rallye. Os anos trataram de confirmar essa tendência, com a chegada do Ford Escort XR-3 e do VW Gol GT de 1984. A estreia do Monza S/R para 1986 reafirmava essa tradição.

Com quatro anos de mercado, o Monza hatch andava ofuscado pelo sedã, que era oferecido nas versões duas e quatro portas. Com o S/R, o hatch conquistava seu lugar ao sol com um visual diferenciado das versões mais simples. Faróis de milha, spoiler dianteiro, para-choques pretos com friso vermelho (e uma larga faixa mantendo o padrão nas laterais), rodas de liga leve com desenho exclusivo, retrovisores da cor do carro e aerofólio. Ele também foi o primeiro nacional a ter lanterna de neblina. Por dentro os bancos eram Recaro e a grafia dos instrumentos, vermelha. Vidros e retrovisores externos eram elétricos. Graças a um carburador de corpo duplo e um novo coletor de admissão, o S/R rendia 10 cv a mais que os demais Monza, 106 cv no total.

O escapamento com saída maior proporcionava um ronco mais encorpado, o câmbio foi encurtado (nas relações e na alavanca), os amortecedores ganharam rigidez e os pneus eram da série 60, em vez de 70. No primeiro teste com um exemplar de produção, em fevereiro de 1986, o S/R enfrentou seus dois rivais da VW, o Passat GTS e o Gol GT, todos a álcool. Apesar de ser o mais antigo dos três, o Passat levou a melhor. O S/R chega a 170,213 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 12,17 segundos,

As retomadas é que mais ganharam com isso. "De 40 a 120 km/h em quinta marcha, levou 24,98 segundos - quase 10 segundos menos que o SL/E, que demorou 34,76 segundos." Apesar do maior consumo, o motor funcionava redondo em todas as rotações. A estabilidade foi elogiada, assim como o painel completo e fácil de ler.

Para 1988, o Monza hatch só estava disponível como S/R. Ele voltava com nova grade, com frisos só horizontais e lanternas da versão Classic.

28 de setembro de 2011

Tuning Virtual Chevrolet Corsa

Mais um VT pra galera que curte o Tuning, desta vez é um Corsa Wind modelo 2001,  este tem em torno de 70% de modificação, como a carroceria alargada, faróis com angel eyes, alguns adesivos na lateral, parachque redesenhado, suspensão rebaixada e as indispensáveis rodas de liga leve, além das luzes de neon.

Espero que gostem e comentem!

8 de setembro de 2011

A trajetória de um campeão - Chevrolet Monza

O Monza foi um carro fabricado pela GM dos anos de 1982 a 1996, lançado inicialmente a versão hatch de 3 portas, com visual moderno para a época e aerodinâmico, mas com um desempenho modesto. Em 1983 ganhou as versões sedan de 2 e de 4 portas, sendo a de 2 portas a mais vendida. Teve sua versão esportiva como a S/R, baseada na carroceria hatchback, produzida até 1988.
Em 1991 recebeu uma reestilização externa, mantendo porém basicamente o mesmo painel desde o lançamento até o final da produção ao mesmo tempo que se iniciava a era da injeção eletronica digital com o sistema multec.  O Monza será lembrado sempre como um carro que marcou uma revolução no seguimento de carros médios familiares no Brasil além de ter sido o carro mais marcante no país da década de 1980.
Conviveu pacificamente com o Chevrolet Vectra de primeira geração, desde o lançamento deste em 1993, até Abril de 1996, quando o Vectra de segunda geração no Brasil foi lançado, obrigando a aposentadoria definitiva do Monza em Setembro do mesmo ano.

É com imenso prazer que posto esta bela releitura do Monza, fiz esta baseada no modelo de 1991 a 1996, conhecido aquí na minha cidade como o "cara de ninja", por causa da frente baixa e os faróis estreitos e horizontais.
 
Modelo 1994:

Releitura do modelo feita por mim:
Frente com a identidade atual da marca, com estatura baixa, como no modelo de 1991 e faróis horizintais estreitos, linha de cintura reta que começa da parte superior dos faróis e terminando na parte superior das lanternas.

Traseira tabém com linhas retas, lanternas com formato quadrado, lembrando fielmente o nosso querido Monza.

Versão hatchback

Versão hatchback com visual moderno e aerodonâmico, lembrando o Monza hatch de 1982, e com um "quê" de Kadett.

Espero que gostem, deixe seu comentário!

13 de junho de 2011

Renovada de corpo e alma - Chevrolet Brasil 3100

História:  

A Chevrolet 3100, mais conhecida como Chevrolet Brasil ou "patriota" (apelido que criei para ela, já que leva o nome do país), foi a primeira picape GM produzida no Brasil. Seu lançamento ocorreu em 1958 e foi substituída em 1964 pala linha C-14.
O nome Chevrolet Brasil se deve aos logotipos do modelo, que traziam um mapa do brasil em seu interior, e ao fato de ser um modelo exclusivo para mercado brasileiro.
A picape inicialmente utilizava um motor importado de seis cilindros das picapes GM americanas, mas ainda em 1958, passaria a utilizar um motor 4300cc, também de 6 cilindros em linha, fabricado em São José dos Campos, São Paulo.
Então como seria a "patriota" nos dias atuais. O modelo foi completamente remodelado, com plataforma maior e com mais características de picapes de trabalho pesado, mantive uma característica principal do carro, o formato dos seus paralamas, com cor diferente à da carroceria.
Carroceria maior e mais encorpada, esta é a projeção da Chevy Brasil.

Paralamas com formato arredondado, como na Chevrolet Brasil de 1962, a nomenclatura HD faz referência ao trabalho pesado.

Esta releitura foi feita a pedido de um leitor do blog, faça como ele, mande sua sujestão de projeto que farei com muito prazer!

Espero que gostem e comentem!

27 de maio de 2011

Omega + Camaro = Mamaro

O que estou postando aquí no blog não é algo rotineiro aquí no mesmo, como as projeções, os VTs e as releituras, é uma modificação, uma mistura entre dois carros. A pedido de um leitor do blog, fiz esta modificação usando a base do Omega e componentes do Camaro, dando o nome de Mamaro.

Faróis e grade são do Camaro, acompanhando as linhas do Omega.

Traseira segue o mesmo princípio da dianteira.

Espero que gostem!

23 de maio de 2011

A valente GM -- Chevrolet D-20

A pedido de um leitor do blog, fiz esta fantástica releitura da picape que marcou a história automobilistica, brasileira, a D-20. Que foi produzida pela GM de 1985 a 1997, composta por versões pick-up cabine simples e cabine dupla, com caçamba longa ou curta.

Um pouco da sua história:
Em 1985 são lançadas as pickups e em 1989, os utilitários. O grande destaque da nova série era o moderno desenho, típico dos veículos da década de 80, com linhas retas e cantos arredondados, faróis quadrados do Opala, grade frontal moldada em plástico, assim como a ponteira dos para-choques dianteiros. As dimensões da carroceria aumentaram em 100mm na altura e na largura, em relação a Série 10. Comprimento, entre-eixos e as bitolas dianteiras e traseiras foram mantidas, pois o chassi era o mesmo da versão anterior.
Em todos os modelos, eram empregados a mesma mecânica simples, resultando na fama de robustez desses veículos. Seu chassi era composto por duas vigas de aço estampado em formato de "U", unidas por travessas.
A suspensão dianteira era independente, com o uso de bandejas superiores e inferiores, molas helicoidais e amortecedores telescópicos de dupla ação. Na traseira, era utilizado um clássico sistema com eixo diferencial rígido, feixes de molas e amortecedores hidráulicos de dupla ação.
O sistema de freios era composto por dois circuitos hidráulicos, com discos na dianteira, e tambores na traseira. O sistema possuia uma válvula proporcionadora traseira, destinada a equalizar a pressão exercida sobre os tambores traseiros de acordo com a carga do veículo. Em 1995, as pickups ganharam um sistema RWAL (Rear Wheel Anti-Lock) para aumentar a eficácia dos freios traseiros. Para fins de marketing, esse sistema foi denominado ABS-T.
O fim da Série 20 marca o encerramento da acirrada disputa entre a Ford e a Chevrolet pelo mercado brasileiro de utilitários. Pouco tempo depois do final de sua produção, a Ford também substituiria a F-1000, outro ícone dessa época, pela moderna F-250.
O nome D20 ainda seria reutilizado pela Chevrolet na Silverado, numa tentativa de alavancar as vendas desse modelo.

Então vamos ao que interessa, como seria a D-20 nos dias de hoje?
A frente teria um visual moderno, seguindo os padrões da GM, e seria mantido a sua grande carroceria, transmitindo a sua robustez.
Traseira com visual super moderno, pra ninguém botar defeito, rs rs!

Faça como o leitor, envie sua sugestão pelo formulário de contato do blog, que farei com imenso prazer.

Espero que gostem e comentem!

12 de abril de 2011

Tunig Virtual: Chevrolet Agile By Tuning Virtual BR

O Tuning Virtual é mesmo uma verdadeira obra de arte, tanto para seua adeptos quanto para aqueles indivíduos que são fissurados em carro. Então posto aquí um VT feito pelo blog parceiro Tuning Virtual BR, a vítima foi um Chevrolet Agile.

Original
Tunado pelo blog Tuning Virtual BR










Veja esse e muito mais no blog: http://tuningvirtualbr.blogspot.com/


9 de março de 2011

Clássico do mês (Março) Chevette GP II


 1977- O Chevette GP II
O ano é 1977. Dando continuidade à parceira entre a GM e a organização do Grande Prêmio de Fórmula 1 do Brasil, é lançado o carro oficial daquele ano, denominado Chevette GP II. Dada a simplicidade do GP 76, principalmente no interior, que não justificava o acréscimo do valor da versão esportiva, algumas modificações foram feitas. Além da nova denominação GP II, o modelo oferecia rodas de ferro com desenho mais moderno, com orifícios de ventilação quadrados, e uma falsa calota central, com o símbolo Chevrolet. A tala foi reduzida de 6 para 5,5 polegadas, o que foi compensado com o uso de pneus radias da série 70, os mais modernos na época. Opcionalmente havia a possibilidade de equipar as rodas com os sobre-aros de alumínio. No interior, o modelo apresentava um novo painel, com um elemento retangular bem à frente do motorista, incorporando as duas janelas de ventilação centrais, que no ano anterior ficavam mais distantes. Os bancos passaram a ser forrados com courvin, no mesmo padrão dos forros das portas. O espelho retrovisor externo passou a vir também do lado do passageiro, ao contrário do 76, apenas na porta do motorista. O quadro de instrumentos também mudou e nos dois círculos maiores, foi instalado o velocímetro do lado esquerdo e do lado direito o conta-giros, com grafia de até 7.000 rpm. No centro havia o relógio elétrico. Ao redor dos instrumentos foi colocada uma placa de cor alumínio. Foi criado um console central de plástico, no qual havia quatro instrumentos circulares, no mesmo tamanho do relógio central. Instalado abaixo do rádio, tinha os instrumentos voltados para o motorista, com marcador do nível de combustível, voltímetro, vacuômetro e termômetro de água. A instalação de um vacuômetro num carro com pretensões esportivas gerou comentários da imprensa especializada à época, porque, em tese, quem escolhe um esportivo não se preocupa com consumo. A propósito, esse instrumento equipou uma série de modelos Opala e Chevette da linha 1977 e nesse caso era chamado de “econômetro”. O volante continua do GP II era o mesmo utilizado no GP 76. A motorização também continuou a mesma, mas a novidade é que a versão GP II era equipada normalmente com o motor de 69 cv, que utilizava gasolina comum, e opcionalmente o motor de 72 cv, que utilizava gasolina azul. Nesse último caso, o motor era pintado de vermelho. As unidades que utilizavam gasolina comum e o restante da linha tinham o motor pintado de azul. Opcionalmente eram oferecidos na versão GP II o ventilador com ar quente e o servo-freio, que antes constava da lista de opcionais, mas na verdade não era instalado em nenhuma unidade. No teste realizado por 4 Rodas, constatou-se uma elasticidade maior do motor, com melhoras na retomada de velocidade. No entanto, foi notada uma piora na aceleração, em comparação ao teste comparativo realizado anteriormente. O consumo melhorou a velocidade máxima, na média de quatro passagens, também teve uma melhora. Essas diferenças foram atribuídas ao desenvolvimento de uma produção em série.
1978 – O RETORNO DO GP

Em 1978, adotando as mudanças feitas em toda a linha Chevette, a versão esportiva, que voltava a se chamar apenas GP, teve sua parte dianteira modificada. Novos capô, pára-lamas, painel dianteiro, grade e aros dos faróis. A dianteira, parecida com o Pontiac, tinha uma inclinação para frente, com uma caída vinda do capô até o pára-choque. O painel inferior dianteiro perdeu o pequeno spoiler e houve uma melhora significativa no coeficiente aerodinâmico. Os faróis, no mesmo lugar, passaram a contar com molduras de plástico quadradas. O GP 1978 tinha os faróis embutidos nas grades, agora separadas, e o capô, assim como a parte superior dos pára-lamas dianteiros, eram pintadas de preto. O modelo perdia as faixas laterais e a inscrição GP foi colocada na lateral traseira, na altura da lanterna. Os espelhos, tipo concha, passaram a ser pintados na cor da carroceria e o volante foi alterado. Acolchoado, como no restante da linha, o volante do GP tinha 4 raios e uma falsa almofada no centro, em alto relevo.
 
Na verdade, acho que não existiu CHEVETTE GP 79, ao vivo, de verdade, e explico por que. No suplemento "Escolha seu Carro", que acompanhou a Quatro Rodas de Dez/78, com todos os carros "compráveis" na linha 79, o GP ainda aparece. Na tabela de preços da mesma edição de Dez/78, custava Cr$ 106.654,00, e na de Jan/79, idem. A partir da edição de Fev/79, o nome Chevette GP constava na tabela, mas com um traço (hífen) na coluna do preço. Nas edições seguintes, não voltou mais a constar o preço. No prospecto de venda fornecido nas concessionárias, referente à linha Chevette 79, não aparece o GP. Possivelmente a GM decidiu não mais ofertar o GP a partir da linha 79. 

Digam o que acharam!

1 de fevereiro de 2011

Projeção S-10 Cabine Simples

Continuando a saga da S10, agora trago na versão CS ou Cabine Simples em duas versões da Standart, a própria Standart e a Standart S.

Standart
























Standart S























Com visual um pouco mais esportivo que a Standart incluindo rodas de liga-leve e acabamento preto atrás da janela lateral imitando vidro vigia.

A versão DLX eu não projetei na versão CS por ser um carro mais equipado, por que na versão CE (Cabine Estendida) fica com um visual melhor que na versão CS.

Espero que gostem e comentem!

31 de janeiro de 2011

Projeção Chevrolet S-10 2012 Cabine Estendida

Continuando a projeção da S10, agora disponibilizo-a em duas versões cabine estendida, a Standart, mais básica, voltada para o trabalho pesado e com padrão de acabamento inferior, como rodas de ferro, parachoques pretos e menos riqueza de detalhes. E a versão DLX, mais esportiva, com detalhes chamativos como rodas de liga-leve e cor chamativa, deixando-a com um visual mais arrojado e passando longe da ditadura do preto e prata. 
Escolhi fazê-la na versão cabine estendida justamente por conta da extinção das picapes médias de cabine estendida no mercado brasileiro, que até em meados de 2000 algumas picapes como Ford Ranger e a própria Chevrolet S-10 eram vendidas também na versão cabine estendida além da cabine simples e da cabine dupla.

Vejam:

S-10 Standart























Menos riqueza de detalhes e mais voltada para o trabalho.

Traseira

Traseira com um padrão de acabamento mais simples, lembrando a Hilux SR 2.7

Versão DLX
Visual mais arrojado e cor chamativa, longe da ditadura do preto e prata.

Espero que gostem e comentem!


 

24 de janeiro de 2011

Projeção Chevrolet S-10/Blazer 2012

Trago hoje para vocês a projeção da S-10 e da Blazer 2012, a nova s-10 chegará as lojas em 2012, vísitei outros blogs e sites de carros e vi  a S-10 de várias versões de projeção flagras de mulas da S-10 rodando pelo país . Pensando nisso projetei a minha própria versão da S-10. Mantendo as mesmas características da anterior, carroceria com ângulos retos e alguns detalhes que lembram a versão atual do modelo (que em breve passará a ser antiga, rs rs) e a Blazer com a dianteira semelhante a da S-10 porém, com linhas mais arredondadas.
Vejam!



Traseira:


Já a Blazer projetei um conjunto mais arredondado com grade ao estilo Malibu e faróis do Chevrolet Cruze e o conjunto da carroceria ficou mais robusto e elegante.
Vejam:
























Traseira:
























Espero que gostem e comentem!

8 de janeiro de 2011

Clássico do mês (Janeiro): Chevrolet Opala SS


Vencedor da enquete do mês anterior por quase unanimidade, apresento a vocês leitores o Opala SS, o nosso Clássico do Mês!
Uma versão esportiva do Opala já era objeto de especulação no início de 1970. Dizia-se que teria um tempero mais picante, com direito a carburadores duplos ou triplos. A fantasia se confirmou, mas com receita bem mais branda. Estreando já como modelo 1971, o SS, ao lado do Gran Luxo, vinha completar a linha já composta pelas versões Especial e De Luxo. Aos novatos cabia inaugurar o motor 4100 de seis cilindros, com potência bruta de 140 cavalos. O ganho de 23 cavalos em relação ao 3800  já existente proporcionava uma velocidade máxima de 169,49 km/h, valor muito bom para a época.
Para não dizer que a esportividade do SS se resumia à aparência, vale dizer que ele trouxe para a família câmbio de quatro marchas com alavanca no assoalho. Também eram novidade os bancos dianteiros individuais.
As faixas pretas no capô e nas laterais e as rodas de aço com desenho de estrela e 5 polegadas de largura, meia a mais que nas outras versões, eram os sinais externos do espírito do carro. No interior, alguns toques de requinte, como manopla de câmbio e aro de volante de madeira, mais um relógio analógico no console à frente da alavanca de marchas. No painel de instrumentos, um tímido conta-giros entre os dois mostradores maiores.
A cara de mau do carrão era neutralizada pelas quatro portas. Porém, o modelo 1972 estreava a carroceria cupê, cujos destaques eram ausência de coluna central, janelas sem molduras e caída fluida da traseira. O novo formato parecia ter sido feito para o SS e se tornaria o padrão da versão até o fim da vida dela, em 1980. Os primeiros sedãs passariam para a história como figurinhas difíceis para o "álbum" de colecionadores.
Na estréia do modelo, já se apontava que o motor estava por demais "estrangulado", uma vez que tinha o mesmo carburador de corpo simples do 3800. O fôlego que faltava veio em 1976, com o lançamento do motor 250-S. Com carburador de corpo duplo, tuchos de válvula mecânicos e comando mais "bravo", o 250-S chegava aos 171 cavalos brutos. Em comparativo realizado em março daquele ano contra os eternos rivais Dodge Charger R/T e Ford Maverick GT, o Chevrolet atingiu a máxima de 189,48 km/h e ficou com o título de o mais veloz do trio. Porém ficou atrás no 0 a 100 quando comparado ao rival da Ford: 11,67 segundos contra 10,85, ainda que superando o Charger, que cravava 12 segundos. Somente no SS o 250-S era de série, sendo oferecido como opcional nos Opala que não eram "de briga".
Como as alterações do SS eram basicamente estéticas, sua marca foi a variedade de formas das faixas externas, que mudavam conforme o ano e o modelo. Acompanhando a família, sofreu reestilização leve em 1973, com as setas passando às laterais dianteiras dos pára-lamas. Mudanças maiores de estilo ocorreriam a partir da linha 1975, que ganhava novo capô, luzes de seta inspiradas no Chevelle 1971 e os dois pares de lanternas redondas que davam um toque de Impala ou Camaro à traseira.
 O acabamento SS seria estendido à Caravan na linha 1978, apresentada com o slogan "leve tudo na esportiva". Na linha 1979, os retrovisores externos carenados pintados da cor da carroceria conferiam ares exclusivos à versão. Porém, seriam suspiros finais daquele que se despediria na linha 1980, ainda a tempo de ganhar os faróis e as lanternas quadradas que caracterizariam os Opala da primeira metade daquela década.
Caravan SS 1980 
Opala SS 1980
Esportivo em crise
Em resposta à crise do petróleo deflagrada em 1973, a Chevrolet lançava em 1974 o Opala SS4, que marcava a estréia do motor 151-S, versão mais potente do quatro-cilindros recém-melhorado em suavidade de funcionamento.
Espero que gostem e comentem!

4 de janeiro de 2011

Tuning Virtual: Chevrolet Montana

Bom gente, eu agora no início do ano decidi abrir um espaço no blog para tuning virtual, e começo postando a Nova Chevrolet Montana, que foi a "vítima" do desafio da Quatro Rodas que era projetar uma versão de corrida para Copa Chevrolet Montana.

Vejam!

Espero que gostem e comentem!

11 de dezembro de 2010

Chevrolet Vectra 2012

Venho trazer a vocês a projeçao do Novo Vectra 2011 que fiz, este é sem dúvida um dos carros mais bonitos e que mais conquistou o público brasileiro desde a sua produção em 1993 com a missão de substituir o Monza, contudo foi redirecionado para um segmento superior do mercado, mais próximo ao Omega e mais distante do Monza.
Dividiu espaço com o Honda Civic, Toyota Corolla e com seu "irmão" Astra (com quem divide espaço até os dias de hoje).

Vejam!

A dianteira lembra um pouco do Chevrolet Malibú e adicionei rodas de desenho esportivo e a cor azul faz lembrar da edição especial Next Edition.
 
    Espero que gostem e comentem!

9 de dezembro de 2010

Face Lift - Celta 2011

   Pequenas mudanças para o Celta 2011
Na dianteira, coloquei nova grade, novos faróis, linhas do parachoque mais agressivas e  logomarca menor.
Os vidros escuros são ilustrativos.
Na traseira inserí novas lanternas, novo suporte de placa, nova logo e pequenas mudanças nas linhas da traseira.
Adicionei novas rodas, mas essas são ilustrativas, já que a versão de produção vem sempre com as calotinhas (exeto a versão mais cara que custa uns R$ 35.000,00).
  
Espero que gostem e comentem!

24 de novembro de 2010

Chevrolet Camaro chega ao Brasil


O Camaro é um dos carros mais famosos da história da Chevrolet e um dos símbolos da indústria automotiva norte-americana. O muscle-car, que surgiu no fim da década de 70, sobreviveu até 2006, quando deixou de ser produzido. O mito ressurgiu de forma triunfal em 2009 e, um ano após seu lançamento, chega ao Brasil pelas mãos da própria GM.

O esportivo será importado para o Brasil apenas na versão SS, equipada com o possante motor 6.2 V8. São 406 cv a 5900 rpm e um torque máximo de 56,7 mkgf a 4200 rpm, que fazem o Camaro acelerar de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos. As arrancadas são vigorosas e fazem o motorista “grudar” nos bancos. O carro ganha velocidade rapidamente até atingir o limite de 250 km/h.

O câmbio é automático de seis velocidades e oferece a opção de trocas seqüenciais na própria alavanca ou por borboletas atrás do volante. Embora pareça pouco apropriada para um esportivo, a transmissão se comporta de forma satisfatória, realizando as trocas de marcha sem interferir na condução. O Camaro também é equipado com controles de estabilidade e tração, sendo que o primeiro oferece o modo Stability Track, que permite manobras mais ousadas, embora não possa ser desligado. O controle de tração, este sim, pode ser desabilitado por completo.

O veículo é equipado com suspensão independente nos dois eixos, do tipo multilink e com barras estabilizadoras tanto na dianteira quanto na traseira. O sistema de freios também mereceu atenção especial: a Chevrolet optou por um conjunto de pinças da italiana Brembo, a mesma empresa que fornece peças para a Fórmula 1. Já as rodas de alumínio têm 20 polegadas e são calçadas com pneus 245/45 ZR20 na frente e 275/40 ZR20 atrás.

O Camaro também seduz pelo design agressivo com toques de nostalgia. Com um visual bastante semelhante ao carro-conceito apresentado no Salão de Detroit de 2006, o modelo exibe várias referências à sua primeira geração, produzida entre 1966 e 1969.

A dianteira se destaca pelo desenho da grade, que parece incorporar os belos faróis. Notam-se também o ressalto no capô e os para-lamas salientes, que definem os traços da linha de cintura do carro. Outro elemento inspirado no passado é o conjunto de entradas de ar – neste caso, meramente estéticas – nos para-lamas traseiros, que lembram guelras de um tubarão. O vinco próximo à porta é um dos elementos mais marcantes da carroceria do Camaro e se estende até a traseira, que exibe quatro lanternas retangulares.

O interior é confortável e mistura nostalgia com modernidade na dose certa. O volante de três raios e o desenho dos mostradores (envolvidos por molduras quadradas) não escondem a inspiração no passado. O mesmo acontece no console central, que exibe um vistoso sistema de som e quatro mostradores à frente da alavanca de câmbio, que medem a pressão e a temperatura do óleo, a voltagem da bateria e a temperatura do fluído da transmissão.

A tecnologia se sobrepõe em itens como o moderno sistema de som, que oferece nove alto-falantes, CD Player com disqueteira para seis CDs e entrada auxiliar USB. Outro mimo é o Head-Up Display (ou HUD), um sistema que projeta informações no para-brisa do veículo. Assim, o condutor não precisa desviar os olhos da estrada para ver a velocidade que está trafegando ou a marcha engatada.

O esportivo vem bem recheado de série. Itens como ar-condicionado, airbags frontais, laterais e do tipo cortina, freios com sistema anti-travamento (ABS) e distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e bancos revestidos em couro são oferecidos de fábrica. A Chevrolet oferece ainda uma linha de acessórios para personalizar o Camaro. Entre os itens, destacam-se a cobertura do motor na cor da carroceria, os dois tipos de faixas decorativas (que podem deixar o carro parecido com o robô Bumblebee, do filme “Transformers”) e revestimentos de porta e apliques no painel na cor do veículo.

O Camaro é produzido na fábrica de Oshawa, no Canadá. O preço do esportivo é de 185 mil reais.